terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Glossário – das aulas de português 1º período

Glossário – das aulas de português 1º período

Época Medieval

A Idade Média ou Idade Medieval foi um período intermédio numa divisão esquemática da História da Europa em quatro "eras", a saber: a Idade Antiga, a Idade Média, a Idade Moderna e a Idade Contemporânea.

Renascimento

O Renascimento (ou Renascença) foi um movimento cultural e simultaneamente um período da história europeia, considerado como marcando o final da Idade Média e o início da Idade Moderna.

Barroco

O Barroco foi um período estilístico e filosófico da História da sociedade ocidental, ocorrido desde meados do século XVI até ao século XVIII. Foi inspirado no fervor religioso e na passionalidade da Contra-reforma. Didaticamente falando, o Período Barroco, vai de 1580 a 1756.

Neoclassicismo

Movimento cultural do fim do século XVIII, o Neoclassicismo está identificado com a retomada da cultura clássica por parte da Europa Ocidental em reação ao estilo barroco.

Romantismo

O Romantismo foi um movimento artístico e filosófico surgido nas últimas décadas do século XVIII na Europa que perdurou por grande parte do século XIX.

Realismo

O Realismo é um movimento artístico surgido na França, e cuja influência se estendeu a numerosos países europeus. Esta corrente aparece no momento em que ocorrem as primeiras lutas sociais, sendo também objecto de acção contra o capitalismo progressivamente mais dominador.

Futurismo

O futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu oficialmente em 20 de Fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro.

Interseccionismo

O interseccionismo caracteriza-se pelo entrecruzamento de planos que se cortam - intersecção de percepções e de sensações.

Modernismo

Chama-se genericamente modernismo (ou movimento moderno) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX.

Sensacionismo

Corrente que faz a apologia da sensação como a única realidade da vida corrente que Fernando Pessoa considera cosmopolita e universalista e que corresponde a uma arte sem regras, conforme o texto datado de 1916:

Orto

Correcto

Heterónimo

Nome imaginário com que um autor assina a sua obra, atribuindo a esse autor imaginário características individuais diferentes das do verdadeiro autor, ou seja, criando um outro eu.

Ortónimo

Nome verdadeiro; nome correcto.

Embainhada

Espetada

Trespassada

Furar de um lado ao outro.

Exangue

Pálido

Langue

Distante, perdido, doentio.

Algibeira

Bolsa feita numa pesa de roupa.

Alada

Asa de lado

Plaino

Planície, campo de batalha.

Paganismo

Designação dada pelos cristãos à antiga religião politeísta dos Gregos e dos Romanos;

Mitologia

História das divindades e dos heróis da antiguidade greco-romana;
conjunto dos mitos próprios de um povo, de uma religião;
ciência ou estudo dos mitos, das suas origens, desenvolvimento e significado; conjunto dos mitos que se relacionam com um objecto, uma

Epicurismo

Por ext. a doutrina, a forma de viver ou de proceder daqueles que só procuram o prazer; sensualidade; desregramento de costumes.

Inexorável

Sem interrupção.

Supérfluo

Pessoas fúteis.

Marginal

Á margem da lei; via que da a volta á cidade.

Fado

Destino.

Obolo

Pequena moeda grega que valia um sexto do dracma;

Eufemismo

Acto de suavizar a expressão de uma ideia, substituindo a palavra própria por outra mais agradável, mais polida; maneira de bem dizer.

Eugénio

Boa graça

Eucalipto

Tem bem escondida a raiz.

Eulália

Bem falante.

Eucaristia

Boa nova/graça.

Eloquente

Bem falante.

Evangelho

Boa nova/boa inocência

Apatia

Insensibilidade; indiferença; impassibilidade; inércia; marasmo.

Simpatia

Qualidades de certos corpos.

Empatia

Capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.

Vanguarda

Á frente das coisas.

Ode

Cantar.

Ipsisverbis

As coisas tal como são.

Êmbolos

Discos ou cilindros.

Passento

Liquido pastoso.

Flora

Conjunto das plantas de uma região;

Prensa

Máquina para comprimir, achatar ou espremer certos corpos; prelo; caixilho de impressão fotográfica.

Obcecado

Que tem a inteligência obscurecida; cego de espírito; contumaz no erro.

Vem Sentar-te comigo, Lídia

sábado, 17 de novembro de 2007

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Trabalho sobre Fernando Pessoa

Resumo em cerca de 150 palavras da página 54 do manual

Desde criança Pessoa é um fenómeno, pois tinha necessidade de descobrir a consciência e personalidade. Assim ele construiu figuras que «eram gente» ele próprio acha-se sem personalidade e dividido em vários autores. Por isso cria personagens: como: Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Pessoa. Ele é um fenómeno da heteronomia é a vitória sobre a sinceridade, pela capacidade de fingir. Baseado no lema «Sê plural sem Universo», ou seja, participar em tudo, sem se envolver em nada.

O que ele escreve não são dramas (actos e acção), mas sim «dramas da alma». Pessoa afirma ser um histeroneurastenico, com as seguintes características: instabilidade de sentimentos e de sensações, na oscilação da emoção e da vontade.

Em suma os heterónimos “ são como personagens á procura do outro”, todos são diferentes e falam e procedem tal como são.


ROSAS


Não quero rosas, desde que haja rosas.
Quero-as só quando não as possa haver.
Que hei-de fazer das coisas
Que qualquer mão pode colher?


Não quero a noite senão quando a aurora

A fez em ouro e azul se diluir.
O que a minha alma ignora
É isso que quero possuir.

Para quê?... Se o soubesse, não faria
Versos para dizer que inda o não sei.
Tenho a alma pobre e fria...
Ah, com que esmola a aquecerei?...